O que se aprende no A2 de inglês: competências, frases, erros comuns e como saber que você está pronto para o B1
Resumo: O inglês nível A2 é o segundo degrau da escala de A1 a C2. Nele você deixa de repetir frases decoradas e passa a montar frases próprias sobre assuntos do dia a dia: rotina, família, compras, lugares, planos, o que aconteceu ontem. Este texto descreve o que se espera de quem está no A2, traz exemplos de frases, o vocabulário por tema, os erros mais comuns de brasileiros e alguns sinais práticos de que dá para seguir ao B1.
Quem me procura costuma perguntar de que nível precisa, e quase sempre a pergunta vem acompanhada de uma confusão sobre o que cada nível significa. "Sei o básico" pode querer dizer coisas muito diferentes. O A2 é um dos níveis mais mal entendidos, porque fica no meio de um território que muita gente chama de "básico" sem distinguir as partes.
Neste texto vou descrever o A2 em linguagem prática, sem jargão de linguista. Vou dizer o que você consegue fazer quando está nele, que tipo de frase é típica, que assuntos e palavras costumam aparecer, onde os brasileiros mais erram e como perceber que chegou a hora de ir para o B1. Não vou prometer prazo nem resultado. Cada pessoa estuda de um jeito, e o nível é uma convenção útil, não uma sentença.
O que é o A2
A escala de A1 a C2 vem do Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas e organiza o domínio de um idioma em seis níveis. O A1 e o A2 formam o grupo do usuário básico. O B1 e o B2 formam o grupo do usuário independente. O C1 e o C2 formam o grupo do usuário proficiente.
No A1, a pessoa reconhece e usa expressões muito simples e fixas: se apresentar, dizer onde mora, pedir algo com uma frase pronta. No A2, ela começa a combinar essas peças. Consegue falar de si e de assuntos próximos em frases curtas, mas conectadas, e entende conversas lentas e claras sobre temas que conhece.
Uma maneira simples de resumir: no A1 você sobrevive com frases de bolso, no A2 você começa a construir as suas. O A2 ainda é um nível de poucas palavras e de muita dependência de que o interlocutor fale devagar, repita e tenha paciência. Mas já é o nível em que uma conversa curta, de verdade, acontece.
Convém lembrar que essa escala é uma convenção. Escolas, livros e aplicativos usam os rótulos com critérios um pouco diferentes, e dois alunos "A2" podem ser bem diferentes entre si. Um lê com facilidade e quase não fala, outro se vira no balcão de uma loja e trava diante de um texto. Use os níveis como mapa, não como medida exata.
O que você consegue fazer no A2
Em termos práticos, estas são as competências típicas de quem está no A2. Descrevo cada uma com o que ela significa no uso.
Falar de si e de pessoas próximas com um pouco mais de detalhe. Além de nome e idade, você consegue dizer onde trabalha, o que faz, de que gosta, quantos irmãos tem, como é sua casa. As frases são curtas, mas fazem sentido por si mesmas.
Descrever a rotina. Você consegue contar o que faz em um dia comum: a que horas acorda, como vai ao trabalho, o que come, quando volta. Isso exige o presente simples, as horas, os dias da semana e os advérbios de frequência.
Contar algo que aconteceu no passado, em frases simples. Este é um marco do A2. Você consegue dizer o que fez no fim de semana, onde esteve, o que comprou, com quem falou. Ainda erra verbos irregulares, mas a estrutura existe.
Falar de planos próximos. "Vou viajar na semana que vem", "vou encontrar um amigo amanhã". O futuro com "going to" costuma entrar aqui.
Lidar com situações práticas. Pedir uma refeição, comprar uma passagem, perguntar o preço, pedir uma informação na rua, marcar um horário, reservar um quarto. São situações previsíveis, com perguntas e respostas que se repetem, e o A2 dá conta delas.
Entender o essencial em avisos, mensagens e textos curtos. Um e-mail simples de um colega, uma mensagem marcando um encontro, um cartaz, um cardápio, um aviso de aeroporto lento e claro. Textos longos ou com linguagem figurada ainda cansam.
Fazer perguntas simples e responder a perguntas diretas. Quem, o quê, onde, quando, quanto, por quê. A conversa é lenta, com pausas, e muitas vezes você precisa pedir que repitam.
Escrever mensagens curtas. Um bilhete, uma mensagem de agradecimento, um e-mail de poucas linhas pedindo algo, um cartão-postal. Frases ligadas por "and", "but" e "because".
O que o A2 ainda não faz: sustentar uma conversa longa sem apoio, expressar opinião com argumentos, entender TV e filmes sem legenda, escrever textos organizados em parágrafos ou lidar com imprevistos fora do roteiro. Isso começa no B1 e se desenvolve nos níveis seguintes.
Frases típicas do A2
Os exemplos abaixo mostram o tipo de frase que alguém no A2 consegue produzir e entender. Estão agrupados por função, como se usam na prática.
Rotina
- "I usually get up at six thirty."
- "I take the bus to work, and then I walk for ten minutes."
- "She starts work at nine and finishes at five."
- "We never eat dinner after nine."
Passado
- "Yesterday I went to the market and bought some vegetables."
- "We visited my parents last weekend."
- "I didn't sleep well, so I was tired this morning."
- "Did you watch the game on Sunday?"
Planos
- "I'm going to visit my sister next weekend."
- "We're going to have lunch at one o'clock."
- "I'm not going to work on Friday."
Pedidos e situações práticas
- "Could I have a coffee, please?"
- "How much is this?"
- "Excuse me, where is the nearest pharmacy?"
- "Do you have a table for two?"
- "I would like a room for three nights."
Gostos e comparações
- "I like cooking, but I don't like washing the dishes."
- "My brother is taller than me."
- "This hotel is cheaper than the other one."
- "It's the best restaurant in the neighborhood."
Capacidade e permissão
- "Can you help me with this form?"
- "I can't come on Tuesday, but I can come on Wednesday."
- "You can park here."
Necessidade e obrigação
- "I have to finish this report today."
- "You don't have to pay now."
Repare que nenhuma dessas frases é complexa. É justamente esse o ponto. O A2 é o nível em que frases simples e corretas, em volume suficiente, cobrem boa parte das situações do cotidiano. Quem tenta "falar bonito" no A2 costuma errar mais do que quem aposta em frases curtas e seguras.
Estruturas que aparecem no A2
Sem entrar numa lista de gramática, estas são as estruturas que costumam ser trabalhadas nesse nível e para que servem.
| Estrutura | Para que serve | Exemplo |
|---|---|---|
| Presente simples | Rotina, fatos, gostos | "He works in a bank." |
| Presente contínuo | O que acontece agora ou em breve | "I'm waiting for a call." |
| Passado simples | Fatos concluídos | "We arrived at noon." |
| Going to | Planos e intenções | "I'm going to call him." |
| Can, can't, could | Capacidade, pedido, permissão | "Could you repeat that?" |
| Have to | Obrigação | "I have to leave early." |
| Comparativos e superlativos | Comparar | "It's bigger than I expected." |
| Contáveis e incontáveis | Quantidade | "How much water? How many bottles?" |
| Preposições de tempo e lugar | Situar no tempo e no espaço | "at six, on Monday, in June" |
| Advérbios de frequência | Dizer com que regularidade | "always, usually, sometimes, never" |
Essa tabela é um resumo, não um programa de estudo. O que importa não é saber nomear cada estrutura, e sim reconhecer a frase pronta e usá-la sem esforço. Eu, como intérprete, não penso em "passado simples" quando traduzo uma frase. Penso na frase inteira. O mesmo vale para quem aprende: o nome da regra ajuda a estudar, mas quem fala usa o hábito.
Vocabulário por tema
No A2 o vocabulário cresce por assunto. Em vez de uma lista infinita de palavras soltas, vale pensar em temas, porque cada tema traz as palavras que se usam juntas.
Família e pessoas. Parents, brother, sister, cousin, uncle, aunt, husband, wife, neighbor, friend, colleague, boss. Também descrições simples: tall, short, young, old, friendly, shy.
Casa e cidade. Kitchen, bedroom, bathroom, living room, apartment, street, corner, bridge, bank, supermarket, pharmacy, bus stop, station.
Comida e restaurante. Breakfast, lunch, dinner, menu, bill, drink, chicken, rice, beans, salad, fruit, juice, "a table for two", "I'd like the fish."
Compras e roupas. Price, cheap, expensive, size, shirt, shoes, jacket, cash, card, receipt, "Can I try it on?"
Tempo e datas. Hours, days of the week, months, today, tomorrow, yesterday, morning, afternoon, evening, next week, last month.
Transporte e direções. Turn left, turn right, straight ahead, next to, in front of, behind, ticket, platform, airport, flight, taxi.
Trabalho básico. Office, meeting, email, phone call, schedule, manager, customer, report, "I work in sales."
Saúde e corpo. Head, stomach, back, headache, fever, doctor, medicine, appointment, "I don't feel well."
Clima e atividades. Sunny, rainy, cold, hot, windy, swim, run, play, watch, read, travel.
Um ponto que costuma passar despercebido: vocabulário é aprendido em blocos de frase, não em palavras isoladas. "Turn left" é uma unidade. "How much is it?" é uma unidade. Se você decora "left" e "turn" separados, vai ter de montar a frase cada vez. Se aprende o bloco, ele sai pronto.
Erros comuns de brasileiros no A2
Falo de padrões que vejo com frequência, que têm origem em transferência do português. Não são falhas de inteligência. São o caminho mais curto que o cérebro encontra quando a estrutura em inglês ainda não é automática.
Dizer a idade com "have". Em português dizemos "tenho 30 anos". Muitos alunos dizem "I have 30 years". O correto é "I am 30 years old" ou, em conversa, "I'm thirty".
Esquecer o sujeito. Em português o sujeito pode ficar oculto: "Está chovendo", "Foi ao mercado". Em inglês ele é obrigatório. "It's raining." "She went to the market." Frases como "Is raining" ou "Went to the market" soam incompletas.
Esquecer o -s da terceira pessoa. "He work in a bank" em vez de "He works in a bank". É um dos erros mais duradouros, porque entender a frase não depende dele. Só se corrige com repetição em voz alta.
Usar "do" e "does" de forma errada, ou não usar. "Do you can help me?" em vez de "Can you help me?". E o contrário: "You like coffee?" funciona na fala informal, mas no A2 vale treinar a forma completa, "Do you like coffee?".
Duplicar a negação. Em português a dupla negação é normal: "não tenho nada". Em inglês correto, "I don't have anything" ou "I have nothing". "I don't have nothing" é erro.
Colocar o advérbio no lugar errado. "I like very much pizza" vem de "eu gosto muito de pizza". Em inglês, "I like pizza very much" ou "I really like pizza".
Misturar "make" e "do". Em português quase tudo é "fazer". Em inglês, "do homework", "do the dishes", "make a mistake", "make a decision", "make dinner". Não há regra simples, e o caminho é aprender o bloco.
Traduzir verbos de ação literalmente. "Open the light" em vez de "turn on the light". "Take a shower" está certo, mas "make a shower" não. "Make a question" em vez de "ask a question".
Trocar "people is". "People" é plural: "People are friendly here".
Usar o presente para o passado. "Yesterday I go to the market" em vez de "Yesterday I went to the market". O verbo irregular ainda não está automático, e a pessoa recorre ao infinitivo.
Pronúncia do -ed e do "th". Na pronúncia, o -ed do passado ("worked", "played", "wanted") tem três sons diferentes, e muitos alunos pronunciam um "e" extra que não existe. Tenho um texto específico sobre isso, pronúncia do -ed no passado. O "th" de "think" e "this" também dá trabalho, e vale tratar cedo.
Se você se reconhece em vários desses erros, não se preocupe. Eles são esperados no A2. O que vale é identificar os seus três ou quatro erros mais frequentes e corrigi-los com frases ditas em voz alta, não com mais regras lidas.
Como é uma sessão de estudo de A2
Para tornar isso concreto, descrevo uma sessão de 25 minutos que funciona bem nesse nível. Não é a única forma, é uma estrutura de referência.
Você escolhe um tema, digamos "pedir comida". Para começar, ouve um diálogo curto, de uns 30 a 60 segundos, duas ou três vezes, sem ler. Anota o que entendeu. Depois lê a transcrição, se houver, e confere onde a audição falhou.
Em seguida, repete em voz alta as frases do diálogo, imitando o ritmo e a entonação. Não basta ler com os olhos. O ouvido compara com o modelo e a boca ajusta. Dez minutos nisso valem mais do que meia hora lendo.
Depois, você troca as peças. Do diálogo "I'd like the chicken, please", você faz variações: "I'd like the fish", "I'd like a salad", "Could I have some water?". A troca de peças é o que transforma frase decorada em frase própria.
Por fim, você diz sem olhar três frases suas sobre o mesmo tema, por exemplo o que costuma comer no almoço e o que comeu ontem. Se errar, anota e corrige. No dia seguinte, começa revisando essas três frases.
Esse ciclo de ouvir, repetir, variar e produzir é simples, e é o que sustenta o progresso no A2. Pouco conteúdo, muita repetição, sempre em voz alta.
Como o Journey se encaixa no A2
O Journey é o curso da Inglespetacular que ensina o conteúdo da língua em áudio. Os níveis A1 e A2 trazem explicações em português, o que ajuda quem está começando a entender o porquê das estruturas sem depender do inglês para isso. Cada nível tem 10 unidades e 100 lições, e a Introdução e a Unidade 1 são grátis, com acesso pago a partir da Unidade 2.
Não vou descrever título por título o que há em cada unidade do A2, porque o objetivo deste texto é explicar o nível, não substituir o programa do curso. O que posso dizer é que a organização em unidades e lições pequenas combina com o tamanho de estudo que o A2 pede: pouco conteúdo por vez, com áudio, em ordem. Para entender melhor o funcionamento, escrevi como o Journey funciona.
Se o seu problema no A2 for falar, e não entender, o Speak entra como complemento. Ele treina situação, pergunta e resposta em voz alta, com 750 linhas de fala por nível. A diferença entre os dois está no texto Journey ou Speak: por onde começar.
Como saber que você está pronto para o B1
Não existe um momento exato. Mas há sinais práticos, que você pode testar sozinho. Se a maior parte deles for verdadeira, o B1 é um passo razoável.
- Você consegue contar um fim de semana inteiro em inglês, em uma ou duas dúzias de frases, no passado, sem ler.
- Você entende o essencial de um áudio lento e claro sobre um assunto familiar, sem transcrição, com uma ou duas escutas.
- Você já não precisa traduzir antes de falar as frases mais comuns. Elas saem direto.
- Você consegue pedir que repitam ou expliquem quando não entende, em inglês: "Could you say that again, please?", "What does that mean?".
- Você lida com situações práticas sem roteiro fixo, por exemplo mudar um pedido no restaurante ou explicar que o hotel errou a reserva.
- Você escreve um e-mail curto e simples, de cinco a oito linhas, e a pessoa entende sem pedir esclarecimento.
- Você conecta ideias com "because", "so", "but", "then", "after that", e não só enfileira frases soltas.
- Seus erros são principalmente de detalhe, como artigo, preposição e um verbo irregular ocasional, e não de estrutura básica.
Um teste caseiro que sugiro: grave dois minutos falando sobre sua semana, sem preparar. Ouça. Se você se ouve hesitando em quase toda frase, vale consolidar o A2. Se há hesitações, mas a fala segue, com erros pequenos, o B1 é o próximo passo. Para uma referência externa, o teste de nivelamento ajuda, sabendo que todo teste é aproximado.
E uma observação importante: passar ao B1 não precisa esperar perfeição. Quem exige perfeição no A2 nunca sai dele. O critério é funcionar com segurança nas situações do nível, não zerar os erros.
O que muda no B1
Vale saber para onde você vai. No B1 o inglês deixa de ser um assunto de sobrevivência e passa a ser uma ferramenta de trabalho e de conversa. Você começa a explicar opiniões simples, a contar histórias mais longas, a entender conversas em ritmo mais normal, a lidar com imprevistos. As estruturas passam a incluir o presente perfeito, o condicional simples e orações mais longas.
Também é no B1 que aparece o risco do platô, de que falo em outro texto: estou no B1 e não saio do lugar. Quem chega lá bem treinado em produção, com a fala em dia, enfrenta esse risco com mais folga.
Armadilhas do A2
- Acumular regras sem falar. Entender o passado simples é diferente de usá-lo em tempo real. Cada regra estudada deveria ter pelo menos dez frases ditas em voz alta.
- Pular do A2 para o material do B2 por impaciência. Material difícil demais gera frustração e não ensina. Escolha conteúdo que você entenda na maior parte.
- Estudar só lendo. Língua é som. Ouvir e falar precisam estar na rotina desde o começo.
- Querer vocabulário muito amplo. Melhor dominar o vocabulário dos temas que você de fato usa.
- Comparar-se com quem fala fluentemente. A comparação útil é com você mesmo, há dois meses.
- Esperar um sinal claro de que mudou de nível. A mudança é gradual e só aparece comparando gravações.
Para onde ir daqui
Se você não sabe se está no A2, grave dois minutos falando sobre sua semana e faça o teste de nivelamento. Compare as duas informações. Se o A2 é de fato o seu nível, o Journey em /cursos/journey/ organiza o conteúdo em ordem, e o Speak em /cursos/speak/ treina a fala. Em ambos, a Introdução e a Unidade 1 são grátis.
Se estiver em dúvida entre os dois, leia Journey ou Speak: por onde começar. E quando o B1 estiver à vista, guarde o texto sobre o platô, porque ele vai ser útil mais adiante.
Eu escrevo e reviso. Se encontrar algo errado, avise.
Perguntas frequentes
O que é inglês nível A2?
É o segundo nível da escala de A1 a C2. Corresponde a quem consegue falar de rotina, família, compras, lugares e planos em frases simples, e entende conversas lentas e claras sobre temas conhecidos.
O A2 é inglês básico ou intermediário?
Em geral é considerado básico, o último nível desse grupo. O intermediário costuma começar no B1. A nomenclatura varia entre escolas, e o que vale é o que você consegue fazer.
Quanto tempo leva para chegar ao A2?
Não dá para prometer prazo. Depende da sua base, do tempo que você dedica, da regularidade e da qualidade do estudo. Quinze a vinte minutos por dia, com fala em voz alta, tendem a render mais do que sessões longas e raras.
Dá para ter um A2 só de leitura?
Dá, e acontece muito. Quem estudou na escola costuma ler melhor do que fala. Nesse caso, o nível real depende da habilidade, e vale treinar a fala e a escuta para equilibrar.
Preciso saber todos os verbos irregulares no A2?
Não todos. Os mais comuns, como go, have, do, make, take, see, buy, eat, come, say, get, bastam para começar. Os demais vêm com o uso.
Posso pular o A2 se já assisto a séries em inglês?
Assistir ajuda, mas não substitui. Quem entende bem e não fala costuma ter lacunas de produção. O teste de nivelamento e a gravação de dois minutos mostram onde você está de fato.
O curso do Journey no A2 tem explicações em português?
Sim. Os níveis A1 e A2 trazem explicações em português, e a partir do B1 o conteúdo é em inglês. A Introdução e a Unidade 1 são grátis, e você pode testar antes de pagar.
Comece pela Unidade 1, de graça
A Introdução e a Unidade 1 de cada curso são grátis, com cadastro. Se não souber seu nível, faça o teste antes.